Opiniões – Comentário

Seguidamente penso sobre ocorrências, atitudes e providências, entendidas como necessárias ao nosso cotidiano, com a finalidade de melhorar os nossos dias e seus inter-relacionamentos.

Simultaneamente, também me questiono em relação à possibilidade de, nestes casos, estar sendo crédulo, sonhador e/ou ingênuo! Nas auto avaliações feitas a conclusão é sempre a mesma; Crédulo, talvez! Sonhador, certamente sim, ao me colocar na condição de manter a esperança de que muita coisa venha a melhorar, quando conseguirmos corrigir e impedir injustiças! Ingênuo, não! Mas, entendo que esta última é a condição que me apregoarão, aqueles que poderão se sentir diretamente atingidos ou prejudicados pelas “correções de rumos” pensadas, desejadas e sugeridas, uma vez que, se milagrosamente um dia acontecidas, ainda que parcialmente, certamente eliminariam “privilégios” e “direitos” escusos, conseguidos em detrimento da nossa população, do cidadão brasileiro, condições atualmente mantidas por minoria “privilegiada”, em classe abastada que se locupleta indevidamente, obtendo “direitos” e “benefícios” ilegítimos, em grande parte constituída por “políticos”, que eterna e seguidamente legislam em causa própria, descaradamente, além de, com grande desenvoltura e sem receio de represálias, acreditando cegamente na impunidade, estarem sempre praticando impensados atos ilegais. Também as autoridades omissas, que se acomodam e vivem à custa do cidadão, sem lhes prestar os mínimos devidos.

Depois de muito auto questionamento, por longo tempo, acabei por não mais resistir à esse desejo, e decidi externar, “passar para o digitado”, alguns dos pensamentos que vagam em minha mente sempre que ocorrem fatos envolvendo os temas abordados, por mais “loucos” ou “descabidos” que possam parecer, ou assim ser considerados.

Tenho a consciência de que, o mais provável será que poucos tomem conhecimento dos meus relatos, comentários e descrições de sugestões, e que a maioria, entre os que lerem, simplesmente “de-de-ombros”, ou prefira apenas ignorar! Não importa! Quem sabe um dia algumas das situações descritas possam ser úteis na motivação de iniciativas que produzam resultado salutar.

Fica a esperança!

Paulo Dirceu Dias
paulodias@pdias.com.br
Sorocaba – SP
18.02.2016