O nosso Brasil de hoje!

Finalizando com a imagem anterior, as que seguem estão grassando pela Web!

Podem até ser mais algumas das já famosas “Fake News”, como modernamente estão identificando as notícias falsas!

Entretanto, nada indica que sejam, vez que trazem fatos amplamente conhecidos. Ainda que alguns dos dados possam estar um pouco exagerados, tudo indica que, ainda assim, são verdadeiros. Analise:

 

Qual é a nossa opinião?

Paulo Dirceu Dias
paulodias@pdias.com.br
Sorocaba – SP

A história do Paulistinha CAP 4 e P 56

A HISTÓRIA DO “PAULISTINHA”

A aeronave carinhosamente conhecida entre nós, brasileiros, como “Paulistinha CAP-4”, é avião monomotor, a pistão, de asa alta, para dois tripulantes, inicialmente fabricado pela CAP – Companhia Aeronáutica Paulista, em sua última versão com o modelo 4.

É considerado um dos aviões treinadores de maior sucesso no Brasil, tendo sido utilizado na formação básica de diversas gerações de pilotos (eu entre eles), com muitas dessas aeronaves voando com sucesso até hoje.

Originalmente seu projeto foi coordenado pelo Eng. Romeu Corsini, da USP.

O Paulistinha CAP 4:

Em 1955 a Neiva – Indústria Aeronáutica Neiva – adquiriu os direitos de fabricação daquela aeronave, e, no ano seguinte, deu continuidade ao grande sucesso na área da instrução, lançando nova versão, bastante melhorada, conhecida como “Paulistinha 56”, ou Neiva P 56.

Com seu destaque e eficiência, entre 1959 e 1967 a FAB – Força Aérea Brasileira – adquiriu e operou a nova versão Neiva da aeronave, para o treinamento básico dos seus militares.

O Paulistinha P 56.

O texto que segue teve como base a publicação de “Hideo in Japan”, de 15.10.2016, no URL https://hinouye.wordpress.com/2016/10/15/ypiranga-e-paulistinha/, em matéria com o subtítulo “Ypiranga e Paulistinha”.

A aeronave originalmente “Ypiranga”, depois “Paulistinha”.

O projeto do famoso Paulistinha teve início com a fundação da EAY – Empresa Aeronáutica Ypiranga, criada em 1931 por Fritz Roesler, Orthon W. Hoover e Henrique Santos Dumont, sobrinho de Alberto Santos Dumont.

Inicialmente a Ypiranga fabricou os planadores EAY-101, os primeiros projetados no Brasil, e em 1934 trabalhou nos projetos para a construção do avião EAY-201 Ypiranga.

Inspirado no norte-americano Taylor Cub, o EAY-201 fez seu primeiro voo em 1935, inicialmente com o motor francês Salmson 9 AD radial, de apenas 40 hp e, posteriormente, com o motor Franklin de 65 hp. Ambos utilizavam hélice de madeira.

O último EAY-201 Ypiranga a voar foi o PP-TJR, que, no dia 10 de dezembro de 1970, foi transladado do Campo de Marte, em São Paulo, para o Campo dos Afonsos, pelo Comandante Lucy Lúpia Pinel Balthazar. Hoje essa aeronave está exposta no Museu Aeroespacial da FAB – Força Aérea Brasileira.

O Ypiranga EAY-201

O EAY-201 Ypiranga fotografado em 1936, ainda com o motor original. O seu desenho básico lembra o atual “Paulistinha”.

O acervo do Museu Asas de Um Sonho, da TAM Linhas Aéreas, localizado em São Carlos, também conta com um EAY-201 Ypiranga, cuja unidade nunca voou, tendo servido de peça de decoração nos jardins da residência de Francisco “Baby” Pignatari, até a década de 1990, quando foi comprada por Odemar Rodriguez, que evitou o sucateamento do avião e o doou à Fundação EducTAM, que o restaurou sem o revestimento, para fins didáticos.

O interesse do empresário paulista Francisco Pignatari pela aviação data do final da década de 1930, quando ajudou o projetista italiano L. Bresciani na construção de dois protótipos.

Em fins de 1940, a Laminação Nacional de Metais, uma das empresas do Grupo Pignatari, criou uma divisão de aviação e passou a produzir planadores. A boa recepção dos planadores no meio aeronáutico encorajou Pignatari a criar uma empresa de construção de aviões, que, em agosto de 1942, se realizou na constituição da CAP – Companhia Aeronáutica Paulista.

Além de toda a estrutura industrial herdada do Grupo Pignatari, a CAP se associou ao IPT, de São Paulo, e passou a trabalhar no projeto do avião IPT-4, depois renomeado CAP-1 “Planalto”, e nos seus derivados, o CAP-2, o CAP-3 e o CAP-3A, seguido do CAP-4.

O projeto de maior sucesso comercial foi o CAP-4 “Paulistinha”, baseado na aeronave EAY-201 Ypiranga, cujos direitos de fabricação, então pertencente à Empresa Aeronáutica Ypiranga, foram adquiridos. Novamente com a ajuda de técnicos do IPT, o projeto foi revisto e, em 2 de abril de 1943, o primeiro exemplar deixou as linhas de montagem, divulgado pelo cartaz mostrado a seguir.

Com 777 unidades construídas, o Paulistinha CAP-4 foi produzido em três versões voltadas para a instrução, duas que transportaram uma maca, e um protótipo, o “Paulistinha Rádio”, para regulagem de tiro de artilharia.

Além das boas qualidades aeronáuticas, o sucesso comercial do Paulistinha deveu-se também à “CNA – Campanha Nacional de Aviação”, ou ainda conhecida como “Campanha para Dar Asas a Juventude Brasileira”, ou pelo slogan “Deem Asas ao Brasil”, idealizada e organizada em 1941, pelo jornalista Assis Chateaubriand, proprietário dos jornais Diários Associados, e por Joaquim Pedro Salgado Filho, então Ministro da Guerra, em movimento criado para levantar recursos para a compra de aeronaves de instrução de fabricação nacional, visando sua distribuição aos diversos aeroclubes do Brasil, condição que resultou em grande sucesso, com ampliação na formação de pilotos civis.

Sem complexidade na sua linha de construção, o Paulistinha era robusto, de pilotagem assimilada com facilidade, com manutenção executada com rapidez, eficiência e baixo custo. No apogeu de sua produção, em 1943, a CAP chegou a fabricar um Paulistinha por dia. Com exceção dos motores, que vinham dos EUA, e os principais instrumentos de seu painel, praticamente todos os demais itens eram de fabricação nacional. Sua produção foi encerrada em 1948.

Em 1955 a Sociedade Construtora Aeronáutica Neiva adquiriu os direitos de fabricação do Paulistinha, bem como alguns gabaritos e todas as plantas do modelo CAP-4.

O projeto foi ligeiramente modificado e rebatizado como Paulistinha 56, o “P 56”. Mais de 240 exemplares foram fabricados nessa “segunda vida” do Paulistinha.

Em 1962 a Marinha do Brasil adquiriu uma única aeronave para emprego geral e instrução. Não são conhecidos os detalhes dessa aeronave, mas se acredita que tenha sido uma das fabricadas pela Neiva da década de 1950. Foi transferida para a FAB em 1965, onde não recebeu matrícula, sendo sucateada em seguida.

Os dados Técnicos do Paulistinha CAP-4

  • Origem: Brasil – CAP – Companhia Aeronáutica Paulista
  • Dimensões: comprimento: 6,71 m; envergadura: 10,67 m; altura: 2,10 m; Superfície alar: 17,00 m2.
  • Pesos: vazio 320 kg; máximo na decolagem 535 kg.
  • Motores: um motor, Continental A-65-8 de 4 cilindros em linha, desenvolvendo 65 HP, refrigerado a ar.
  • Desempenho: velocidade máxima 160 km/h; razão inicial de subida 240 m/min; teto de serviço 3.800 m; Autonomia 4 h.
  • Armamento: ausente
  • Tripulação: dois tripulantes em tandem

O Neiva P 56, bastante superior em relação ao seu precursor, era equipado com motor de 90 HP, fato que melhorou muito o seu desempenho.

O CAP 4 da Marinha do Brasil

O Aeroclube de Sorocaba teve unidades do CAP 4 e do P 56, utilizadas com grande sucesso na formação de pilotos civis. Até hoje utilizam uma das versões.

Tive a grande satisfação de iniciar na aviação civil por meio de ótimos treinamentos iniciais nas duas versões citadas dos “Paulistinhas”, principalmente no CAP 4 de matrícula PP HBL, no CAP 4 de matrícula PP RRE, e no excelente P 56 de matrícula PP HPO. “Quem sabe” ainda estejam voando “por ai”!

Paulo Dirceu Dias
paulodias@pdias.com.br
www.pdias.com.br
Sorocaba – SP

Conheça mais sobre o “Paulistinha” – vídeo de 09m22s – em documentário produzido em 2006, pela turma de jornalismo da Universidade Anhembi Morumbi, resumindo a história do avião que marcou a vida de muitos formandos na aviação, publicado por Juvanildo de Lima silva, em 08.12.2016.

 

Livro Sapiens – Uma Breve História da Humanidade

Livro “Sapiens – Uma Breve História da Humanidade”.

Publicações: original em 2014 – no Brasil em 2017.

Traduções: publicadas em mais de 40 países.

Autor: Yuval Noah Harari – Doutor em história, professor na Universidade Hebraica de Jerusalém, especializado em história mundial.

Editora no Brasil: LPM

Número de páginas: 459

Sobre o livro, inicialmente reproduzo uma grande verdade declarada em impresso na capa da versão brasileira; “Harari é brilhante (…). Sapiens é realmente impressionante, de se ler em um fôlego só. De fato questiona nossas ideias preconcebidas a respeito do universo. – The Guardian (jornal nacional diário britânico)”

É um ótimo, excelente, excepcional livro! O considerei um verdadeiro “destruidor”, um “triturador” dos paradigmas que atualmente aceitamos como “normais”, “tradicionais” e “verdadeiros”.

Sem receio de errar, afirmo que é leitura atraente, envolvente e desafiante, para aqueles que tem a mente “aberta” e disposta a avaliar novas situações, condições e “verdades”. O autor “estremece” e contesta grande parte de nossas crenças, conceitos e “conhecimentos” que tradicionalmente “aprendemos” a manter, sobre a vida, a humanidade e o “nosso universo”.

Ele aborda a história da humanidade e da vida em geral, literalmente, desde a distante “sopa primordial”, ou “caldo primordial”, do surgimento da vida até os nossos dias, avaliando e comentando a evolução da vida, todas as vidas, e da espécie humana, analisando criticamente muito do que “não existe na natureza”, e que foram e são criados pela nossa “imaginação”, como os diversos deuses, crenças, dinheiro, capitalismo, nações, impérios, direitos “humanos”, direitos dos “animais”, surgimentos e efeitos dos relacionamentos e convivências, e muito mais, literalmente nos surpreendendo.

É interessante e envolvente desde seu início. Em curtíssimo trecho, aproximadamente na “quinta” ou “quarta” parte inicial, chega a permitir leve “suspeita” de que poderá prosseguir repetitivo e cansativo! Tosco engano! Em capítulo imediatamente seguinte o interesse se agiganta, literalmente, “explodindo” em considerações e avaliações ricas e poderosas! O interesse pelos temas abordados é ampliado, agigantado, na medida em que a leitura prossegue, até seu final, quando avalia e comenta os dias atuais e possíveis “futuros”.

É leitura de grande, enorme importância!

Paulo Dirceu Dias
paulodias@pdias.com.br
Sorocaba – SP

Voando no Embraer Legacy 500

Voando no Embraer Legacy 500 – Alta Tecnologia da Aviação.

O pessoal do site Aero foi convidado pela Embraer a voar no Legacy 500, o avião mais tecnológico desenvolvido pela empresa no Brasil, por brasileiros.

O Fernando de Borthole acompanhou o voo no cockpit do avião, onde bateu um papo com os pilotos e conheceu todo o interior dessa aeronave, que é a mais rápida da categoria de jatos midsize (médio porte).

Era para ser um voo curto, de São José dos Campos para Congonhas, em São Paulo. Mas, para demonstrar melhor o voo, foram para uma área de ensaio da Embraer, subindo para o FL450, nível de voo de 45.000 pés, altitude onde é possível perceber a curvatura da terra. Com certeza esse foi um dos voos mais incríveis já fizemos pelo pessoal do Aero, declararam eles!

Paulo Dirceu Dias
paulodias@pdias.com.br
Sorocaba – SP

Embraer Entrega o Novíssimo E 190 E2

A entrega do primeiro Embraer E 190-E2, para Companhia Aérea da Noruega.

Em vídeo de 07m06s, conheça os detalhes da entrega de mais um novo modelo de aeronave da EMBRAER, a terceira maior produtora de aeronaves do mundo, orgulho nacional brasileiro.

No dia 04 de abril de 2018 fizeram a entrega do primeiro e novíssimo modelo Embraer E 190-E2, para a Companhia Aérea Norueguesa Widerøe, que adquiriu a primeira unidade do mais novo avião da Embraer, certificado em 28 de fevereiro de 2018.

Paulo Dirceu Dias
paulodias@pdias.com.br
Sorocaba – SP

EmDrive Informações Atualizadas

Ainda o EmDrive: conheça informações mais recentes sobre o motor que parece burlar as leis da física, também chamado de “o motor impossível“.

Testes efetuados em diversos países, e pela NASA, vem mostrando que ele pode ser uma realidade. Assista ao vídeo de 09m50s.

Entretanto, ainda permanecem as dúvidas: são notícias verdadeiras ou “criativas e engenhosas” falsidades, mais uma das “modernas” Fake News?

Paulo Dirceu Dias
paulodias@pdias.com.br
Sorocaba – SP

Pane Seca em Jato Comercial

Curiosidade em simulador do AIRBUS: MAYDAY MAYDAY MAYDAY, pararam os motores”!

Conheça e acompanhe com detalhes os procedimentos, ocorrências e resultados de uma emergência com “pane seca” (falta de combustível), em vídeo de 12m10s.

Conheça também um acontecimento verdadeiro:

Conheça detalhes do mais longo voo planado
registado na aviação comercial, com um jato
Airbus A330, após ficar sem combustível
sobre o Oceano Atlântico, em caso verdadeiro.

Paulo Dirceu Dias
paulodias@pdias.com.br
Sorocaba – SP

O mais longo voo planado registado na aviação comercial

O mais longo voo planado registrado na aviação comercial, com um jato Airbus A330, após ficar sem combustível sobre o Oceano Atlântico.

Em 24 de agosto de 2001, no voo Air Transat 236, operando um Airbus A330 o comandante Robert Piché realizou o maior voo planado registrado na aviação comercial a jato, após ter ficado sem combustível sobre o Oceano Atlântico, pousando com êxito em pista de aeródromo 100 km distante de sua rota.

Sem os motores, o voo durou cerca de meia hora, percorrendo 100 km (54 milhas náuticas) e descendo 30.000 pés, com 306 pessoas a bordo, realizando o pouso de emergência na pista do Aeroporto de Lajes, Açores, Portugal, sem perda de vidas, com poucas pessoas tendo ferimentos de baixa gravidade, em razão da forte frenagem utilizada na pista, decorrente da alta velocidade na final, que obrigou o uso do máximo nos freios, com diversos pneus estourando, originando alguns danos estruturais na aeronave.

A conclusão da investigação apontou pane seca originada por má manutenção, que teria utilizado algumas peças reaproveitadas de outros motores, sofrendo desgaste excessivo e originando perda anormal de combustível.

O comandante Robert Piché, que era também experiente piloto de planador, e o seu copiloto Dirk De Jager, foram louvados pela mídia e comemorados como heróis. Pilotos experientes elogiaram o comandante por sua capacidade de não entrar em pânico, evitando a tentativa de realizar um pouso no mar, pelo perfeito cálculo da razão de descida necessária para atingir a pista escolhida, e a perícia na execução do planejado.

Em 2002 ele recebeu o Prêmio Superior de Aeronavegação pela Associação de Pilotos de Linhas Aéreas, em reconhecimento por sua habilidade, que permitiu alterar a sua proa e descer por 30.000 pés, percorrendo 100 km (54 milhas náuticas), até o aeroporto escolhido para o pouso.

A história do comandante Robert Piché foi retratada no filme biográfico canadense “Piché: The Landing of a Man”, de 2010.

É apenas “um caso”, entre muitos, conhecidos ou anônimos, de pilotos que fazem história!

A esse respeito, e como curiosidade, em simulador do AIRBUS conheça um treinamento sobre: “MAYDAY MAYDAY MAYDAY, pararam os motores”! No vídeo que segue, com 12m10s, acompanhe com detalhes os procedimentos, ocorrências e resultados dessa emergência.

Paulo Dirceu Dias
paulodias@pdias.com.br
Sorocaba – SP

Genética – Livro que vale ouro

 

O LIVRO

Genética – Escolhas que nossos avós não faziam, 2011, com reedição em 2016, Editora Globo, 208 páginas. Aborda a ética na genética.

A AUTORA

Dra. Mayana Zatz é médica pela Universidade da Califórnia, graduada em Ciências Biológicas e doutorada em Genética pela USP, com pós-doutorado em Genética Humana.

É professora de Genética no Instituto de Biociências da USP, onde foi pró-reitora de Pesquisa e coordenadora do Centro de Pesquisas sobre o Genoma Humano e células-tronco (CEGH-CEL), e também no Instituto Nacional de Células-Tronco em Doenças Genéticas. Integra a Academia Brasileira de Ciências e a Academia de Ciências dos Países em Desenvolvimento, além de presidente fundadora da Associação Brasileira de Distrofia Muscular. Foi contemplada com diversos prêmios nacionais, e internacionais e recebeu a Ordem Nacional de Grã-Cruz de Mérito Científico, do Governo Federal e do Governo de São Paulo. Entre seus prêmios internacionais, se destacam os L’Óreal para Mulheres na Ciência, da UNESCO, o TWAS em Pesquisa Médica, o Prêmio México de Ciência e Tecnologia, e o Prêmio Conte Gaetano por trabalhos sociais.

Oferece dedicação maior à Genética Humana e Médica, atuando em biologia molecular, com foco em doenças neuromusculares e pesquisas em células-tronco. Publicou centenas de trabalhos científicos, milhares de vezes destacados. Foi colunista da revista Veja, com aproximadamente trezentos artigos científicos publicados, todos de fácil entendimento para leigos. Fez parte do corpo de revisores da revista Science.

Destaca com ênfase as questões éticas relacionadas com o Genoma Humano, testes genéticos e células-tronco. Recentemente, entre nós, com sucesso, participou ativamente da aprovação da lei para as pesquisas com células-tronco embrionárias, pelos parlamentares e pelo Supremo Tribunal Federal.

É autora do livro “Genética: escolhas que nossos avós não faziam”, aqui abordado.

A LEITURA

De leitura agradável e envolvente, “Genética – Escolhas que nossos avós não faziam”, é uma entusiasmante e cativante coletânea de muitas e importantes questões, que não conseguem respostas imediatas sem promover empolgantes polêmicas sadias e animadoras. Corroborando questões e elucidações com fatos acontecidos durante seus próprios trabalhos, inclui também relatos ocorridos com colegas de profissão, e no cotidiano de seus envolvimentos. Em raros “casos” ela aponta decisões! Na maioria, deixa as conclusões “abertas”, desafiando o bom senso analítico de seus leitores. É “deliciosamente” desafiador tentar chegar à conclusões imediatas, vez que, ainda nas elucubrações individuais, nos surpreendemos com a diversidade de conflitantes “decisões” que surgem ao tentarmos chegar à opinião sensata e ética. Extremamente desafiador em seus questionamentos, o livro cativa o leitor!

Se ainda não está sendo praticado, é minha opinião que precisa e deve ser “explorado” pelos professores e alunos das cátedras de biologia e interligadas, no debate sobre as “respostas” requeridas! Volto minha atenção ao quanto será importante – se ainda assim não está já sendo beneficamente explorado – que, em número suficiente para atender aos seus alunos, esse livro seja adotado pelas bibliotecas de faculdades de Filosofia e Direito, para que seus alunos e mestres o “degustem” e o levem às salas de aulas, promovendo estudos, reflexões, debates e “desafios”, em suas colocações e questionamentos éticos, nos campos filosófico e jurídico, este principalmente, buscando as “respostas”, as “soluções” e os “amparos” sociais e legais para as questões levantadas, das mais simples às mais complexas, todas altamente instigantes e envolventes.

Não há dúvidas; é leitura salutar e deliciosamente desafiadora e envolvente.

Paulo Dirceu Dias
paulodias@pdias.com.br
Sorocaba – SP

Educação de primeiro mundo na Finlândia

(Assista ao vídeo logo após o texto que segue)

Educação “de primeiro mundo”! Na Finlândia.

Em apenas 06 minutos e 39 segundos, aproveite com excelência o seu tempo, assistindo à vídeo sobre a educação na Finlândia!

Aprecie o chamado “milagre” na Finlândia, que “milagre não é”, mas sim o resultado de trabalho sério e honesto, obtido principalmente por meio da Revolução na Educação, com a valorização dos estudantes e, principalmente, DOS PROFESSORES.

E, observem no final, sob o agradável som da música “Over The Rainbow”, que a Finlândia é “apenas” o 4° (quarto) colocado mundial na Educação, e o quinto ou sexto melhor país do mundo em inúmeras condições de boa qualidade de vida, praticamente todas como resultado da educação primorosa!

“Ganhe tempo” – Compensa assistir!

Vídeos como esse tem que ser assistidos pelos dirigentes e gestores da nossa educação pública! Se existem “modelos” que podem ser “copiados”, com as adequações necessárias, o que fazem os nossos “dirigentes” que não procuram esses países que servem de exemplo? Preguiça, má vontade, ou simples incompetência?

Paulo Dirceu Dias
paulodias@pdias.com.br
Sorocaba – SP